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Diagnóstico

Diagnóstico Precoce

Estudos demonstram que a identificação precoce dos sinais e dos sintomas de risco para o desenvolvimento do TEA é fundamental, pois, quanto antes o tratamento for iniciado, melhores são os resultados em termos de desenvolvimento cognitivo, linguagem e habilidades sociais. Quando identificado em menores de 3 anos, e esta criança for estimulada com terapias, a melhora é de 80%, aos 5 anos cai para 70% e, acima disso, a criança fica muito prejudicada.

O Diagnóstico

O diagnóstico é essencialmente clínico e feito por uma equipe multidiciplinar (terapeuta ocupacional, fonoaudiologo, psicólogo). Baseia-se nos sinais e sintomas e leva em conta os critérios estabelecidos por DSM–V (Manual de Diagnóstico e Estatístico da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-10 (Classificação Internacional de Doenças da OMS).

Família

O momento do diagnóstico é, geralmente, muito importante para toda a família. Mas de modo geral, não é sem dor que se recebe o diagnóstico de autismo. É preciso que aproveitemos esse momento para mobilizar nas famílias o que têm de melhor para ajudar a criança autista que está sendo diagnosticada.

A equipe multidiciplinar

A necessidade da equipe multiprofissional é justificada pelos diversos aspectos do desenvolvimento afetados pelo autismo: comunicação verbal e não verbal, habilidade para relacionamento interpessoal, capacidade adaptativa, desempenho cognitivo, desmodulações sensoriais etc.

As intervenções

O diagnóstico de autismo, além de um rótulo, deve fornecer aos pais as informações necessárias para um bom programa de intervenção. É importante que o profissional esteja ciente da importância desse momento na vida de toda a família.